O Mestre não trouxe uma religião, mas uma conduta, um caminho.
O historiador Philip Schaff, em seus livros 'Uma Abordagem Histórica da Adoração Evangélica' e 'História da Igreja Cristã', escreve:
“Depois da cristandade ser reconhecida pelo estado e autorizada a ter propriedades (pós-Constantino), ela passou a erigir templos de adoração em todas as partes do Império Romano. Provavelmente havia mais edifícios deste tipo no século IV do que houve em qualquer período da história, exceto talvez, no século XIX nos Estados Unidos…”.
